Chicotada já! Brito para a rua!
Terça-feira, 06 DE Outubro 2009

Depois de ver os dois últimos jogos do Rio Ave, apetece-se dizer isto:

 

 

Digam-me se existe alguma coisa no mundo que não evoluiu de há 50 anos para cá? Pois é, o futebol! Aquilo por que somos apaixonados está parado no tempo, não está a acompanhar a evolução da humanidade. Hoje as pessoas não são as mesmas de há 50 anos atrás, os tempos mudaram, a educação mudou, as necessidades da sociedade mudaram. Então porque não mudou também o futebol? O futebol é um espectáculo, não é? Ou estou enganado? Aquilo que vemos ao fim de semana pode ser considerado espectáculo? Hoje em dia o futebol dá-nos sono, estamos num estádio sem condições nenhumas, e parecemos uns camelos a olhar para o palácio. Não se passa nada dentro das 4 linhas, nem fora!

 

Porque não olhar um pouco para as modalidades de pavilhão e aprender um pouco com elas, nomeadamente em termos da envolvência de um espectáculo desportivo. As modalidades ditas amadoras, tiveram de fazer pela vida e inovar, se queriam sobreviver. E foi o que fizeram, adaptaram as regras da própria modalidade, para que o espectáculo fosse apetecível para o publico, para que não houvesse tempos mortos, para que o público que paga um bilhete, saia do pavilhão e queira lá voltar. A componente desportiva, juntou-se assim à componente do espéctaculo. As regras relativas às faltas, ao tempo, às exclusões, etc, tornam os jogos mais fluentes, e mais atractivos.Nos intervalos dos jogos há sempre animação, seja em termos musicais ou seja em termos de relacionamento com o público.

 

Agora no futebol não, 15 minutos de intervalo sem se fazer nada, só a olhar para a paisagem. 90 minutos de futebol mal jogado, com regras algumas delas ambíguas, arbitradas por pessoas sem capacidades para tal, que só servem para afastar pessoas do futebol, anti-jogo a toda hora, jogo sempre parado, etc.

Mas porque raios não mudam as coisas?

Estudem o tempo útil de jogo, e se der por exemplo uma média de 60 minutos de futebol jogado, joga-se 60 minutos cronometrados! Acabava-se o raio do anti-jogo!

Porque não colocar as tecnologias ao serviço dos árbitros? E acabar de uma vez por todas com o clima de intrigas e discussões por causa dos árbitros! É que num programa de desporto, fala-se mais dos árbitros do que de futebol!

Porque não limitar o número de faltas por equipa? Passando um determinado número de faltas, havia lugar à marcação de um livre, ou algo do género…

Porque não a cada amarelo, o jogador ficar de fora 2\3 minutos?

Porque não o fora de jogo acabar como o conhecemos hoje, e passar a existir apenas a partir da linha da grande área para a frente? Ia aumentar os espaços!

Já pensaram ir a um teatro ver uma peça de 90minutos e depois os actores só actuarem 50 ou 60 minutos? É isso mesmo que se passa no futebol, o jogo tem 90  minutos mas só se jogam 50 ou 60 minutos! Andamos a ser enganados, digo eu!

 

Porque não mudam?

 

Em termos de animação, vejam o world tour de voley de praia…ou um jogo da NBA…

publicado por José Nasazzi às 16:20
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