Chicotada já! Brito para a rua!
Quarta-feira, 29 DE Setembro 2010

Sejamos sérios e claros: “O Rio Ave está mal” e ponto final! É preciso dizê-lo com todas as letras. Não vamos agora procurar desculpas para os maus resultados e fazer com que os nossos jogadores entrem numa de “esperar pela sorte”. É preciso mudar de atitude e quando falo de atitude, falo de atitude táctica perante o jogo.

 

Vamos por sectores: na nossa baliza ainda não está encontrado à 6ª jornada o GR titular. Isto é positivo ou negativo? É negativo!

 

A nossa defesa tem sido alvo das principais críticas e com alguma razão, Zé Gomes e Milhazes têm estado muito além das suas potencialidades, resta saber se ainda têm capacidades para fazer melhor esta época. Já Gaspar e Chaves embora não estejam tão mal como os laterais, têm tido algumas fífias de bradar aos céus. A defesa tem nota positiva ou negativa? Negativa!

 

No nosso ataque tem estado a principal decepção da época do meu ponto de vista. Era visto como o sector mais forte do Rio Ave na pré-época e com razão, várias opções de valor! E o que se tem visto do ataque? Nada! Apenas 3 golos em 6 jogos é muito pouco, com a agravante de apenas 1 golo ter sido de jogada corrida (o 2 golo contra a Académica), os outros dois foram marcados na sequência de cantos. Ora, isto é preocupante… Não se vê uma jogada com principio, meio e fim. São raros os cruzamentos para a área e ainda mais raros os jogadores que vão à linha cruzar. Com um cabeceador nato como é João Tomás, devia-se apostar mais no flanqueamento de jogo, mas não é isso que tem acontecido, infelizmente… Basta ver o último jogo, onde os remates à baliza da União de Leiria, foram na sequência de bolas paradas (canto e livre) e um outro remate após uma infantilidade da defensiva leiriense. Não há fio de jogo na nossa equipa, temos um ataque inoperante e aos repelões. O ataque tem nota positiva ou negativa? Negativa!

 

Resta-nos o meio campo, e será que o nosso meio campo está assim tão bom e tão criativo que possamos dizer que está a levar a equipa às costas? Penso que não, do meu ponto de vista é o sector que está menos mal, mas não está aquele meio campo trabalhador e criativo que “encha o campo” se é que me faço entender. Temos o China que penso estar a fazer bem o seu trabalho, mas depois quem o tem acompanhado? Tarantini tem feito exibições medianas/fraquinhas, o Felício quando joga não tem convencido, o Wires fez 1 ou 2 jogos no centro do terreno e é assim que o nosso meio campo tem sobrevivido no meio do marasmo que está a equipa do Rio Ave. O meio campo tem nota positiva ou negativa? Apesar de tudo pode-se dar nota positiva (comparado com os outros sectores…).

 

Posto isto, acho difícil dizer-se que a equipa está bem e que apenas é uma questão de tempo para os resultados aparecerem. Não quero ser pessimista ou “anunciador das desgraças” ou qualquer coisa do género, apenas quero que se “corte o mal pela raiz” e que se dê “um murro na mesa”, já que a chicotada psicológica ainda não vai ser para esta semana. Ao Carlos Brito apelo, para que no próximo jogo contra o Marítimo tenha coragem para fazer mudanças e que coloque a equipa a jogar ao ataque, com dinâmica e a toda a largura do terreno! Temos bons alas (Gama e Mendes) mas é preciso acreditar neles e dar-lhes confiança…

 

Vamos vencer esses madeirenses caralho!

publicado por José Nasazzi às 13:39
Só um golo foi em consequência de canto, tás enganado quando dizes dois. E precisas de usar palavrões? Além de idiota és malcriado...
Anónimo a 29 de Setembro de 2010 às 16:08
Tem razão senhor "chico esperto", um foi na sequência de canto e o outro na sequência de um livre, ou seja ambos na sequência de bolas paradas! Vai dar ao mesmo senhor "chico esperto".

Fico contente por concordar com o resto do post!

P.S. Uso os palavrões que me apetecer, se não gosta, tem bom remédio: não volte cá mais!
Nelsinho a 30 de Setembro de 2010 às 16:19
és fraco, Nelsinho. e o teu vocabulário ilustra muito do que és e não és.
Anónimo a 30 de Setembro de 2010 às 16:28
O meu vocabulário é igual a 99.9% da população portuguesa e como não escrevo neste blog para me promover, sou igual a mim mesmo e escrevo aquilo que diria em casa, no meu grupo de amigos, no estádio, etc. Se você pertence ao 0,1% que não diz asneiras e palavrões, tem bom remédio: não volte cá mais!
Nelsinho a 1 de Outubro de 2010 às 00:04
E é com palavrões que promove o seu amor clubista? Eu concordo com o anónimo. Eu pertenço a essa "minoria" que não usa palavrões para comunicar. A sua atitude é muito arrogante e não lhe fica nada bem. E você não é uma ilha.
Rute a 1 de Outubro de 2010 às 10:19
O amor por um clube demostra-se de inúmeras formas e nenhuma delas é mais ou menos sentida (se é correcta ou não, cabe a cada um, julgar os outros é que não admito). O que interessa é o amor, a forma como o demostra é subjectiva e cada um é que deve tomar a sua decisão e a decisão com a qual se sente melhor. Eu não vos julgo e não permitirei que me julguem. Vem aqui quem quer, eu não sou uma ilha, mas este blog pode ser visto como uma ilha e só entra nela quem quer...

Ah e não vá ao estádio no Domingo porque secalhar a Rute vai ficar escandalizada com o que lá vai ouvir... É um conselho de amigo...
Nelsinho a 1 de Outubro de 2010 às 16:26
VERSÃO ONLINE DO PÚBLICO

Edição 2010
Prémios IgNobel: Dizer palavrões alivia a dor e demais ciência improvável
01.10.2010 - 19:37 Por Clara Barata

Quem nunca passou por isto? Uma martelada mal dada, e é o dedo que fica amassado, em vez do prego — o palavrão que sai da boca parece que alivia a dor. Pois alivia, sim senhor, diz Richard Stephens num brilhante artigo científico, galardoado com o IgNobel da Paz deste ano.
Anónimo a 1 de Outubro de 2010 às 23:50
Já que estamos numa de palavrões vamos falar também a verdade e explicar a quem é tapadinho que os palavrões têm a conotação que cada cultura lhe dá. Por exemplo, em Espanha alguns palavrões não têm a mesma conotação do que em Portugal e isto passa-se por todo o mundo...

Mais, sabem o que significa "puta"? Significa "pura" em latim, apenas virou "palavrão" porque durante o império romano os legionários costumavam chamar as prostitutas de "putas" (puras) para fazer piada com as ditas. E "puto" (puro) já se adequa mais com a conotação que damos em Portugal (criança). E por aí em adiante...

E realmente dizer palavrões é terapêutico, isso está provado em muitos estudos científicos.

Nelsinho a 2 de Outubro de 2010 às 13:44
Bem me parecia que és um doente mental à procura de cura!
Anónimo a 3 de Outubro de 2010 às 14:39
Que bela lição de etimologia, Nelsinho! És o maior. Mas por mim podes ir para o cesto da gávea!
Anónimo a 4 de Outubro de 2010 às 08:38

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